domingo, 31 de agosto de 2014

Osho: LIQUIDE COM O PASSADO

Osho

Os hábitos obrigam você a fazer certas coisas; você é uma vítima. Os hindus dão a isso o nome de karma. Cada ato que você repete, ou cada pensamento — porque os pensamentos também são ações mentais sutis — fica cada vez mais forte. E então você fica sob o domínio dele. 
Fica preso ao hábito. Você passa a viver a vida de um prisioneiro, de um escravo. E esse aprisionamento é muito sutil; a prisão é feita de hábitos, de condicionamentos e de ações que você praticou. Tudo isso está em torno do seu corpo e você fica todo emaranhado, mas continua se fazendo de tolo, achando que é você quem está decidindo.

Quando fica zangado, você acha que é você quem decide ficar. Você racionaliza e diz que a situação exigiu esse comportamento: “Eu tive de ficar zangado, senão a criança ficaria malcriada. Se eu não ficasse zangado, as coisas dariam errado, o escritório ficaria um caos. Os empregados não ouviriam; tive de ficar zangado para pôr as coisas em ordem. Para colocar minha mulher em seu devido lugar, tive de ficar zangado.” Essas são as racionalizações — 
é assim que seu ego continua a pensar que você ainda está no comando. Mas você não está.

A raiva é fruto de velhos padrões, do passado. E, quando ela irrompe, você tenta achar uma desculpa para ela. Os psicólogos têm feito experiências e chegaram às mesmas conclusões que a psicologia esotérica oriental: o ser humano é uma vítima, 
não é senhor de si mesmo.

Os psicólogos deixaram as pessoas em isolamento, com todo conforto possível. Tudo o que lhes fosse necessário era proporcionado, mas elas não tinham contato nenhum com outros seres humanos. Viveram em isolamento numa cela com ar-condicionado — sem ter de trabalhar, sem ter nenhum problema, mas continuaram com os mesmos hábitos. Numa manhã, sem nenhuma razão — porque elas tinham todo conforto, não havia com que se preocuparem, nenhuma desculpa para ficarem zangadas —, um homem 
descobriu de repente que começava a sentir raiva.

Ela está dentro de você. As vezes, surge uma tristeza sem nenhuma razão aparente. E, às vezes, aflora um sentimento de felicidade, euforia ou êxtase. Um homem destituído de todos os relacionamentos sociais, isolado num ambiente com todo conforto, em que todas as suas necessidades são satisfeitas, passa por todos os estados de ânimo pelos quais você passa num relacionamento. Isso significa que 
alguma coisa vem de dentro e você a associa a outra pessoa. Isso é só uma racionalização.

Você se sente bem, você se sente mal e esses sentimentos borbulham da sua própria inconsciência, do seu próprio passado. 
Ninguém é responsável, exceto você. Ninguém pode deixar você zangado ou feliz. Você fica feliz por sua própria conta, fica zangado por sua própria conta e fica triste por sua própria conta. A menos que perceba isso, você continuará para sempre um escravo.

O domínio do seu próprio eu você conquista quando percebe: “
Sou absolutamente responsável por tudo o que me acontece. Seja o que for que acontecer, incondicionalmente — sou inteiramente responsável.”

A princípio, isso o deixará extremamente triste e deprimido, porque, quando pode jogar a culpa nos outros, você fica tranquilo e certo de que não é você quem está errando. O que você pode fazer se a sua mulher está se comportando dessa forma tão desagradável? Você tem de ficar com raiva. Mas, veja bem, a sua mulher está se comportando dessa forma por causa dos seus próprios mecanismos interiores. Ela não está sendo desagradável com você. Se você não estivesse ali, ela seria desagradável com o filho. Se o filho não estivesse ali, ela seria desagradável com a pia cheia de louça; ela jogaria toda a louça no chão. Quebraria o rádio. Ela teria de fazer alguma coisa; esse sentimento 
afloraria nela.

Foi pura coincidência o fato de você estar ali, lendo seu jornal, e ela ter sido desagradável com você. Foi 
pura coincidência o fato de você estar ali, à disposição, no momento errado.

Você está com raiva não porque sua mulher foi desagradável — ela pode ter criado toda a situação, mas isso é tudo. Ela pode ter lhe dado a oportunidade de ficar com raiva, uma desculpa para ficar com raiva, mas a raiva estava borbulhando. Se a sua mulher não estivesse ali, você teria ficado com raiva do mesmo jeito — com outra coisa, com alguma ideia, mas a raiva tinha de aflorar. Ela era algo que 
vinha do seu próprio inconsciente.

Todo mundo é responsável, totalmente responsável, pelo seu próprio ser e pelo próprio comportamento. No começo, essa constatação fará com que você fique muito deprimido, pois você sempre achou que quisesse ser feliz — então, como você pode ser responsável pela sua infelicidade? Você sempre almejou um estado de bem-aventurança, então como pode decidir ficar com raiva? É por causa disso que você joga a responsabilidade nas costas dos outros.

Se continuar a jogar a responsabilidade nas costas dos outros, lembre-se de que você vai continuar sendo sempre um escravo, pois 
ninguém pode mudar ninguém. Como é possível mudar outra pessoa? Será que, algum dia, alguém já conseguiu mudar outra pessoa? Um dos desejos mais insatisfeitos deste mundo é mudar o outro. Ninguém conseguiu fazer isso até hoje, é impossível mudar o outro, pois ele é dono da própria vida — você não pode mudá-lo.

Você continua a jogar a responsabilidade nas costas do outro, mas não pode mudá-lo. E como você continua a jogar a responsabilidade nele, você nunca verá que a responsabilidade básica é sua. 
A mudança básica precisa acontecer dentro de você.

Você cai numa armadilha: se começa a achar que você é responsável por todas as suas atitudes, por todos os seus estados de ânimo, a princípio, você é tomado por um sentimento de depressão. Mas, se conseguir vencer essa depressão, logo você sentirá luz, pois 
estará livre das outras pessoas. Agora poderá trabalhar em si mesmo. Poderá ser livre, poderá ser feliz. Mesmo que o mundo inteiro esteja infeliz e cativo, isso não vai fazer a mínima diferença. A primeira libertação é parar de pôr a culpa nos outros, a primeira libertação é saber que você é o responsável. Depois disso, muitas coisas passam a ser imediatamente possíveis.

Se continuar a jogar a responsabilidade nos ombros dos outros, não se esqueça de que 
será para sempre um escravo, pois ninguém pode mudar ninguém. Como é possível mudar outra pessoa? Alguém já conseguiu isso antes?

Independentemente do que esteja acontecendo com você — se estiver triste, simplesmente feche os olhos e observe sua tristeza. Procure saber aonde ela leva, 
mergulhe fundo dentro dela. Logo você encontrará a causa. Pode ser que você tenha de percorrer um longo percurso, pois toda a sua vida está envolvida nisso; e não só esta vida, mas muitas outras que você já viveu. Você encontrará muitas feridas em si mesmo, que machucam, e por causa dessas feridas você está triste — elas estão tristes; essas feridas não cicatrizaram ainda; ainda estão abertas.

O método de retroceder até a fonte, ir do efeito até a causa, 
curará essas feridas. Como curá-las? Por que curá-las? Qual é o fenômeno implicado nisso?

Sempre que faz uma retrospectiva, a primeira coisa que você deixa de lado é a 
mania de pôr a culpa nos outros, pois se faz isso você acaba se voltando para as circunstâncias externas. Nesse caso, todo o processo está errado: você tenta encontrar a causa em outra pessoa: “Por que minha mulher foi tão desagradável?” Aí a vontade de saber “por que” faz com que você continue a investigar o comportamento da sua mulher. Você errou o primeiro passo e todo o processo fracassará.

“Por que estou infeliz? Por que estou com raiva?” — feche os olhos e deixe que isso seja uma meditação profunda. Deite-se no chão, feche os olhos, relaxe o corpo e sinta a razão por que está com raiva. Simplesmente esqueça sua mulher; isso é só uma desculpa — A, B, C, D, seja o que for, esqueça a desculpa. Basta que mergulhe profundamente dentro de si, mergulhe na raiva.

Use a própria raiva como um rio; você flui dentro dessa raiva e ela o leva para dentro de si mesmo. Você descobrirá feridas sutis em seu interior. A sua mulher pareceu desagradável porque ela tocou numa ferida sutil que você tem, algo que ainda dói. Você nunca se achou atraente, nunca achou seu rosto bonito e existe uma ferida aí dentro. Quando sua mulher foi desagradável, ela fez com que você ficasse consciente do seu rosto. Ela diz; — Vá e se olhe no espelho! — isso dói. Você tem sido infiel à sua mulher e, quando quer ser desagradável, ela toca novamente nesse assunto: — Por que você estava rindo com essa mulher? Por que parecia tão feliz sentado ao lado dela? — ela toca uma ferida. Você tem sido infiel, sente-se culpado; a ferida está aberta.

Feche os olhos, sinta a raiva e deixe que ela aflore totalmente de modo que você possa ver como ela é. Então 
deixe que essa energia o ajude a voltar ao passado, pois a raiva vem do passado. Não pode vir do futuro, é claro. O futuro ainda não passou a existir. Ela também não vem do presente. É nisso que se baseia toda a teoria do karma, ela não pode vir do futuro porque o futuro ainda não existe; não pode vir do presente porque você nem sabe o que ele é. Só as pessoas que despertaram sabem o que é o presente.

Você vive exclusivamente no passado, portanto, 
essa raiva só pode ter vindo de algum lugar do seu passado. A ferida tem de estar em algum lugar da sua memória. Volte. Pode não haver apenas uma ferida, pode haver várias — pequenas, grandes. Mergulhe fundo e encontre a primeira ferida, a fonte original de toda a raiva. Você conseguirá encontrá-la se tentar, pois ela já está ali. Está ali; todo o seu passado está ali.

É como um filme, rodando e aguardando interiormente. Você faz com que ele rode, começa a assisti-lo. Esse é o processo de retroceder até a causa original. E essa é a beleza de todo o processo. Se você conseguir retroceder conscientemente, se conseguir sentir conscientemente uma ferida, ela 
imediatamente cicatrizará.

Por que ela cicatriza? Porque a ferida é criada pela inconsciência, pela falta de percepção consciente. 
A ferida faz parte da ignorância, do sono. Quando você volta ao passado com consciência e olha essa ferida, a consciência se torna uma força de cura. No passado, quando a ferida se abriu, isso aconteceu na inconsciência. Você ficou com raiva, foi possuído pela raiva, e fez alguma coisa. Matou um homem e teve de esconder esse fato do mundo. Você pode escondê-lo da polícia, pode escondê-lo dos tribunais e da justiça, mas como pode escondê-lo de si mesmo? — você sabe, isso dói. E, sempre que alguém lhe der a oportunidade de ficar com raiva, você vai ficar com medo, porque pode acontecer novamente, você pode matar sua mulher. Volte ao passado, pois nesse momento em que você assassinou um homem ou se comportou como um louco homicida, você estava inconsciente. Na inconsciência, essas feridas têm sido conservadas. Agora faça conscientemente uma retrospectiva.

Fazer uma retrospectiva significa voltar conscientemente às coisas que você fez na inconsciência. Volte — 
só a luz da consciência cura; ela é uma força de cura. Tudo o que você puder fazer conscientemente será terapêutico e não machucará mais.

O homem que volta ao passado se liberta dele. Como o passado deixa de interferir, ele passa a não ter mais poder sobre ele e chega a um ponto final. O passado não tem nenhum espaço no seu ser. E, 
quando o passado não tem nenhum espaço no seu ser, você fica disponível para o presente; nunca antes disso.

Você 
precisa de espaço — o passado está tão entranhado dentro de você — é um armário cheio de coisas mortas — que não há espaço para o presente entrar. Esse armário continua sonhando com o futuro, portanto, metade dele está cheia do que não existe mais e a outra metade está cheia com o que não existe ainda. E o presente? — está simplesmente esperando do lado de fora. É por isso que o presente nada mais é do que uma passagem, uma passagem do passado para o futuro, só uma passagem momentânea.

Liquide com o passado — a menos que liquide com ele, você vai viver uma vida-fantasma. Sua vida não é verdadeira, não é existencial. O passado vive por seu intermédio, os mortos continuam assombrando você. Volte ao passado — sempre que tiver uma oportunidade, sempre que alguma coisa acontecer dentro de você. Felicidade, infelicidade, tristeza, raiva, ciúme — feche os olhos e faça uma retrospectiva.

Logo você vai aprender a viajar ao passado. Logo vai conseguir voltar no tempo e, então, muitas feridas irão se abrir. Quando essas feridas se abrirem dentro de você, não comece a fazer nada. Não é preciso fazer nada. 
Simplesmente observe, olhe, vigie. A ferida está ali — você simplesmente observa, concentra sua energia de atenção na ferida, olha para ela.

Olhe para ela sem fazer nenhum julgamento — pois, se julgar, se disser: “Isso é ruim, não deveria estar aqui”, a ferida se fechará novamente. Então ela terá de se esconder. Sempre que você condena, a mente tenta esconder as coisas. É assim que o consciente e o inconsciente são criados. Do contrário, a mente seria uma coisa só; não seria preciso nenhuma divisão. Mas você condena — então a mente tem de dividir e colocar as coisas no escuro, no porão, para que você não possa vê-las e não seja preciso condená-las.

Não condene, não avalie.
 Seja simplesmente uma testemunha, um observador imparcial. Não negue. Não diga: “Isso não é bom”, pois isso é uma negação e você começou a reprimir.

Seja imparcial. Só observe e olhe. 
Olhe com compaixão e a cura se efetuará.

Não me pergunte por que isso acontece, pois é um 
fenômeno natural — assim como a água evapora quando chega aos cem graus. Você nunca pergunta: “Por que a água não evapora quando chega aos noventa graus?” Ninguém pode responder a essa pergunta. Simplesmente acontece de a água só evaporar aos cem graus. Não há dúvida disso, e a dúvida é irrelevante. Se ela evaporasse aos noventa graus, você questionaria. Se evaporasse aos oitenta, você ia querer saber por quê. É simplesmente natural que a água evapore aos cem graus.

O mesmo vale para a natureza interior.
 Quando uma consciência imparcial, compassiva, toca uma ferida, essa ferida some — evapora. Não existe explicação para isso. É simplesmente natural, é como as coisas são, é o que acontece. Quando digo isso, falo por experiência própria. Tente e você constatará o mesmo. É fato.


Osho, em "Consciência: A Chave Para Viver em Equilíbrio"
Imagem por Enrique Rey


Sabedoria dos Anjos: FAÇA O QUE VOCÊ AMA


Uma Mensagem dos Mestres

É importante que siga as suas paixões e que faça o melhor trabalho possível em qualquer coisa que decidir fazer.

Este é um momento de grande crescimento pessoal e espiritual para a humanidade e trabalhar em conjunto uns com os outros é uma parte da mudança que está acontecendo.

Torne-se consciente do seu potencial magnífico e descobrirá que a vida se torna mais mágica.

Você tem os talentos e as habilidades para ajudá-lo a fazer o que precisa ser feito, para tornar a vida uma experiência alegre.

Trabalhando juntos, em harmonia e cooperação com o outro é fundamental, as contribuições dadas por cada um de vocês, fazem os seus planos e projetos serem ainda mais grandiosos do que poderiam imaginar.

Procure os membros de sua família de alma, pois são eles que estão mais em sintonia com a missão da sua vida, e são aqueles que foram contratados para estar aqui agora, para apoiar uns aos outros em seu crescimento e expansão.

Não tenha medo de compartilhar suas ideias e inspirações, pois eles são os únicos a ajudá-lo a fazê-las acontecer.

Quando você veio fazer esta jornada humana, você fez planos e também fez planos alternativos e guardou backup destes planos para recuperá-los no futuro, então você está em um momento divino em que todas as partes e peças estão disponíveis, e se você sentir que perdeu algo importante para seu crescimento por causa de uma escolha no passado, você não o perdeu. Ele virá novamente.

Você tem o dom de insights poderosos e assim, aprenda a confiar em si mesmo e encontrará sempre que procurar uma nova porta se abrindo.

A reflexão e a meditação irá lhe fornecer as respostas que procura, para estar em paz consigo mesmo e com suas escolhas.

Você tem o toque mágico dos anjos e guias com você, e você pode manifestar a vida que quiser.

A ação mais importante que pode ter é fazer o que você ama, acreditar em si mesmo, acreditar em suas ideias, e estar pronto, esperando alguns novos começos de sucesso.

Você tem plantado sementes.

Você têm se preparado para este momento no tempo e no espaço e o caminho é seguro e é o certo.

Tome a iniciativa e concentre-se em suas habilidades com confiança.

Tudo é possível. Tenha confiança em seus planos e não tenha nenhuma dúvida que seu sucesso virá.

A hora de agir é agora. Você sabe o poder e a importância de trabalhar com o seu subconsciente e sua superconsciência, para ajudá-lo a expandir sua mente consciente no seu despertar espiritual.

Seus planos vão prosperar e florescer, enquanto você dá a eles tempo, atenção e amor.

Se os seus planos são sobre família, amor, filhos e relacionamentos, então você vai verá um resultado feliz para si mesmo.

Se os seus planos estão em seus esforços de carreira, eles também serão bem sucedidos.

Você tem o toque de Midas agora, quando foca suas intenções, sem qualquer dúvida e o sucesso que você procura irá aparecer no seu caminho.

É hora de avançar e viver a sua vida na prosperidade e na abundância que você deseja criar para si mesmo e para seu mundo.

Cada um de vocês tem muitos presentes para compartilhar uns com os outros para tornar a sua vida melhor, então mantenha-se em seus planos e trabalhando em seu propósito.

Comece a cultivar ideias de expansão e crescimento em conjunto, uns com os outros, e confie em que há o suficiente para todos neste magnífico Universo, e isso inclui você.

Você é sempre apoiado, e nós o apreciamos por fazer esta viagem maravilhosa dentro do reino físico,

e assim é

Os Mestres

Sharon Taphorn
03/08/2014

Thank you, Mahalo, Merci, Gracias, Vielen Dank, Grazie, Спасибо, Obrigado, 谢谢, Dank, 謝謝, Chokran,Děkuji
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Reblogado do website Playing With de Universe
Traduzido por Adriano Pereira – Blog Luz e Vida




Sabedoria dos Anjos: FAÇA PLANOS


E siga-os

Você conseguiu. Você chegou lá, e agora, é hora de definir novos planos e traçar novos objetivos ao você ter ultrapassado o marcador, pois já está pronto para mudar para o próximo nível na vida e no amor.

Sinta-se livre agora pois você tem algumas novas oportunidades para a felicidade.

É seguro confiar verdadeiramente, e ter movimentos sábios para o seu bem-estar mental é a chave para ajudar a encontrar esse lado ou oportunidade.

A prosperidade surge de um plano sábio, de modo que é bom gastar algum tempo para planejar seu próximo passo.

A sua orientação angélica lembra-o que os planos otimistas geralmente saem como o esperado, e a chave é se desapegar dos resultados, ou de quais eles seriam e apenas manter-se aberto e otimista de que eles virão, como planejado, ou talvez ainda mais grandiosos do que poderia imaginar para si mesmo.

Veja a vida como sendo maravilhosa e seja um inspirador sucesso para os outros, pois é assim que você mudará o mundo ao seu redor.

Você prosperará através do poder do seu pensamento positivo e da sua confiança em si mesmo.

Siga suas paixões criativas e mantenha seus pensamentos, palavras e sentimentos positivos, sempre acreditando em si mesmo - nós fazemos isto, e é por isso que você é um dos escolhidos, e você tem a melhor chance de sucesso.

Afirmação: " Estou vivendo uma vida maravilhosa, cheia de amor, bons amigos e abundância de oportunidades, sigo meu coração e vivo a minha vida além dos meus sonhos ".

E assim é

Você é ternamente amado e apoiado, sempre,

Os Anjos e os Guias

Sharon Taphorn
02/08/2014

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Arcanjo Gabriel: EXISTÊNCIAS SOLITÁRIAS


Muitos seres humanos esclarecidos viveram existências solitárias e não como parte de seu processo de despertar.

Havia uma necessidade de se retirar, a fim de criar o ambiente necessário para o crescimento, o ajuste energético e a cura.

Retirar-se foi pela necessidade de criação de um espaço seguro para evoluir além das velhas feridas e histórias.

Agora essas mesmas pessoas chegaram a uma época em que são capazes de sair de novo, de uma forma muito mais autêntica, curada e equilibrada no ponto onde elas não mais aceitariam ou teriam um comportamento que seja de falta de amor ou abusivo.

Você vê? A sua própria cura e equilíbrio necessário precisava ser nutrido, antes de você seguir adiante e incorporar esse estado de atuação para além do seu próprio ambiente.

Esta é a evolução natural de seus esforços, queridos.

Como a primeira onda recuou novamente, mantendo as novas energias completamente diferentes das quais quando começaram, esta segunda onda também irá iniciar o seu processo de recuo, e assim vai.

Alguns seres humanos estão em uma fase de amadurecimento, enquanto outros estão em uma fase de emergência.

Este é o maravilhoso desdobramento da autodescoberta, em suas diferentes fases, que faz parte desta incrível mudança que todos fazem parte. ~

Arcanjo Gabriel

Mensagem Diária do Arcanjo Gabriel
Através de Shelley Young
30/08/2014

Canal: Shelley Young - Sudbury, Ontario, Canada
Traduzido por Adriano Pereira - Blog Luz e Vida
Com Luz, Amor e gratidão!


Criador: O ATO DA CRIAÇÃO


A única diferença entre o artista, escultor, pintor, poeta, dançarino, músico e você, é o desejo.

O desejo de criar beleza....leveza de movimentos, sons, luz e palavras.

Quando o desejo é grande, não importa se você é bom o suficiente.

O próprio ato de criar é bom o suficiente!

Criar para a alegria, criar para o amor, criar pela forma como isto faz você se sentir.

Assim como nunca haverá outra criação igual a você, o que escolher trazer à vida, será diferente de qualquer outra, e será uma coisa linda e maravilhosa! ~

Criador

transcrito por
Jennifer Farley
29/08/2014
The Creator Writings




sábado, 30 de agosto de 2014

Bezerra de Menezes: ERA NOVA DE UNIFICAÇÃO E DECISÃO

Bezerra de Menezes

Meus filhos, que o Senhor nos abençoe!

Eia, avante!

São as palavras que vêm repercutindo através dos séculos num convite vigoroso ao prosseguimento da luta redentora.

Estes são dias semelhantes àqueles quando o Divino Pastor veio reunir as ovelhas tresmalhadas de Israel com os gentios, proclamando o momento de unificação de raças e de etnias, de crenças e de religiões, de situações socioeconômicas diferentes sob o seu sublime cajado.

Também hoje, guardadas as proporções que nos identificam em relação às conquistas da Sociologia, da Ciência, no aspecto da investigação, da Tecnologia, das doutrinas psicológicas, é necessário que permaneçamos fiéis ao convite do Mestre, sem estacionar ou jamais retroceder.

Momento pelo qual vínhamos esperando, agora surge como sol abençoado na noite para aquecer os corações enregelados no materialismo e conduzir os Espíritos combalidos na luta de alta significação e de graves perigos para a divulgação da Doutrina.

Por isso, impõe-se-nos a todos a fidelidade aos postulados que constituem o edifício da Doutrina Espírita, fora dos quais poderemos ter uma bela filosofia de comportamento, uma ética-moral saudável e um campo experimental precioso, mas sem a presença de Jesus, que é o amor, que é a caridade e que é a esperança de libertação de todos nós.

Porfiai na defesa dos nossos direitos de semeação do Evangelho, conforme a revelação dos imortais.

Trabalhai ao lado dos gestores terrestres, contribuindo para o seu discernimento das verdades transcendentais, sem o medo da presunção que assalta alguns e do poder temerário de que se investem outros de natureza fanática na sua crença religiosa, negando às demais o mesmo direito de cidadania...

No mundo de convulsões da hodiernidade não há lugar para a timidez, para o temor, para a ausência de decisões.

Todo espaço que os bons espíritas deixarem vago será preenchido pelos atrevidos que tomam a espada da luta para denegrir, para ceifar vidas e ideais.

É necessário, portanto, que a cruz do sacrifício substitua a espada devastadora, e que, imortalizando-nos nas traves da dedicação, possamos deixar abertas as clareiras para as gerações novas que instalarão na Terra o Reino de Deus.

Acompanhamos, meus filhos, os estudos e debates destes dias e congratulamo-nos convosco por bem apreenderdes o significado da Unificação como um feixe de varas, cuja força é a união e cuja grandeza é a abnegação.

Prossegui, portanto, vigilantes, prudentes sim, generosos também, mas, sobretudo, valorosos, na preservação da Mensagem que herdastes do ínclito Codificador Allan Kardec e dos missionários que o assessoraram e prosseguem desdobrando-lhe os conteúdos procedentes dos céus.

É hora de combate, do bom combate da luz clareando a treva, do amor diluindo as animosidades, do perdão pondo-se acima das injunções perturbadoras do ressentimento e do desejo de desforço...

Mantende-vos fiéis a Jesus, e Ele, como sempre, providenciará o apoio que nos não nega nunca e a companhia de que tanto necessitamos para mantermos o espírito de fidelidade.

Estai atentos ao escalracho moral dos dissídios, da maledicência, da injúria, que são assacados contra a vossa conduta.

Não vos permitais o desânimo!

Quando, na busca e propaganda de um ideal, se apela para o ultraje, a ofensa, significa essa conduta que a falta de nobreza idealística foi substituída pelo egoísmo devastador e pela presunção dominadora.

Sede simples, mas não ingênuos, a ponto de vos deixardes dominar, sucumbindo sob a astúcia dos maus.

Jesus confia no vosso, no esforço de todos nós, conjugados os dois planos da vida, cantando hosanas à Imortalidade!

Voltai aos vossos lares ricos de luz e deixai que a claridade luminífera do Evangelho, exteriorizando-se dos vossos sentimentos, domine as casas que dirigis, tornando-as estrelas na grande noite do mundo em transformação.

A Eurásia, cansada de guerras e de poder, estertora...

As profecias tornam-se realidade, convidando-nos a aprender com a história da Humanidade a não repetir os erros em que caímos no passado...

Era Nova esta, meus filhos!

Exultai e amai!

Cantai o Evangelho de Jesus aos ouvidos, moucos que sejam, mas que se impregnarão da sinfonia inolvidável das bem-aventuranças, desde os que transitam nas classes mais sofridas, que são considerados os excluídos da sociedade, até aqueles que administram os destinos dos povos...

Em um só abraço – como fez Jesus, que recebeu a equivocada de Magdala e o Príncipe do Sinédrio, concedendo a ambos a mesma oportunidade –, fazei que todos os segmentos sociais recebam dos vossos sentimentos enobrecidos o mesmo carinho, sem distinção de poder ou de miséria, porque o amor deve ser o mesmo para todos que têm sede de paz e fome de justiça.

Recordemos Jesus: Eis que vos mando como ovelhas mansas ao meio de lobos rapaces... [Mateus,10:16]. Não para que sejamos devorados, mas para que, à semelhança do Santo de Assis, dulcifiquemos os lobos e que, no córrego do Evangelho sublime, ovelhas e lobos bebam da mesma linfa de paz...

Que o Senhor de bênçãos nos abençoe e os Espíritos-espíritas que aqui estão conosco, pedindo-nos para que traduzamos as suas emoções, nos acompanhem sempre e sempre no rumo da Imortalidade.

Muita paz, meus filhos, são os votos do companheiro paternal de sempre.

Bezerra
Psicofonia de Divaldo Pereira Franco, no encerramento da Reunião Ordinária do Conselho Federativo Nacional, em Brasília, DF, em 13 de novembro de 2011.
Revisão do Autor Espiritual.
Em 16.01.2012

Reblogado do website Divaldo Franco



Momento Espírita: APRENDENDO A DESPRENDER-SE


Bonnie foi internada duas semanas antes do Natal, para uma cirurgia e estava muito preocupada. Além dos quatro filhos para cuidar, ela pensava nas compras, presentes e enfeites a providenciar.

Quando abriu os olhos, após a cirurgia, olhou ao redor e viu algo semelhante a uma floricultura.

Buquês de flores se enfileiravam sobre o parapeito da janela. Cartões se empilhavam sobre a mesinha de cabeceira.

O marido lhe disse que os amigos haviam preparado refeições para a família e se ofereceram para cuidar das quatro crianças.

Mais flores, disse a enfermeira, entrando no quarto e interrompendo os pensamentos da convalescente.

Acho que vamos ter de mandar a senhora para casa, disse sorridente. Não temos mais espaço aqui.

Enquanto Bonnie lia os cartões, ouviu alguém dizer:

Gostei das flores.

Era a companheira de quarto. Uma mulher de mais ou menos quarenta anos, portadora de Síndrome de Down.

Ginger gostava de falar e não se cansava de dizer que estava ali para que o doutor desse um jeito no seu pé. Contou que morava em companhia de outras pessoas e desejava voltar a tempo para poder participar da festa de Natal.

Enquanto Ginger foi para a cirurgia, Bonnie ficou olhando o quarto. O seu lado estava florido. O outro lado, nada. Nenhum cartão, nenhuma flor.

Vou oferecer a ela algumas de minhas flores, pensou.

Foi até a janela e escolheu um arranjo de flores vermelhas. Mas, recordou que o arranjo ficaria muito bonito em sua mesa de Natal.

E continuou encontrando desculpas: as flores estão começando a murchar... A amiga que ofereceu ficaria ofendida... Poderia enfeitar a casa com aquele arranjo...

Resultado: ela não conseguiu se desfazer de nenhuma. Voltou para a cama e pensou que, no dia seguinte, quando a loja abrisse, iria pedir para que entregassem algumas flores à companheira.

Ginger voltou da cirurgia e uma funcionária do hospital lhe trouxe uma guirlanda verde de Natal, com um enfeite vermelho, colocando-a pendurada acima da sua cama.

No dia seguinte, a enfermeira retornou para dizer a Ginger que ela iria para casa.

Ela ficou feliz. Arrumou os seus pertences enquanto Bonnie se entristeceu. A floricultura do hospital só iria abrir dali a duas horas.

Será que ela deveria oferecer uma das suas flores?

Ginger se sentou na cadeira de rodas para ser conduzida pela enfermeira. Mas, apanhou a guirlanda verde, aproximou-se de Bonnie e, levantando-se com certa dificuldade, a abraçou, deixando o enfeite em seu colo.

Bonnie não conseguiu dizer nada. Segurou a pequena guirlanda nas mãos, com os olhos úmidos. O único presente de Ginger e ela o tinha oferecido.

Então ela entendeu que Ginger possuía muito mais coisas do que ela mesma.

*   *   *

Há muita gente escravizada ao que não tem e muita alma livre do que possui.

Verifique onde você se enquadra e busque se transformar em anjo da ação bem dirigida, convertendo o que lhe chegue às mãos em bênçãos e alegrias mantenedoras da vida.


Redação do Momento Espírita, com base no cap. Tudo é
meu, de Bonnie Shepherd, do livro Histórias para o coração
da mulher, de Alice Gray, ed. United Press e pensamento
final do cap. 25, do livro 
Legado Kardequiano, pelo
Espírito Marco Prisco, psicografia de Divaldo Pereira
Franco, ed. LEAL.
Em 20.8.2014.

Reblogado do website Momento Espírita